sexta-feira, 29 de abril de 2011

ENTREVISTA: Humberto Gessinger

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“Os profissionais dizem que analogia é uma forma preguiçosa de pensar. Às vezes, acho que preguiça é uma virtude. Nas mesmas horas em que acho a coragem uma chatice”.
Essas são as primeiras frases de Mapas do Acaso, o mais recente trabalho oferecido aos fãs pelo músico Humberto Gessinger. Lançado nesta semana, o livro é o terceiro da carreira literária do gaúcho e inaugura uma nova fase. Segundo o próprio, a publicação começa a aproximá-lo da condição também de escritor. Porém, sem que haja qualquer distanciamento da composição e das canções.

Afinal, a divulgação não conta apenas com simples sessões de autógrafos em livrarias. Já estão na agenda de Gessinger diversos pocket shows. Isso sem falar na continuidade da turnê do power duo Pouca Vogal,

formado com Duca Leindecker e que passou por Jaraguádo Sul em novembro do ano passado lotando o Grande Teatro da Scar.

Para quem se interessou em saber mais sobre o músico e o livro Mapas do Acaso, o OCP traz, nesta edição, uma entrevista exclusiva. Confira:

O Correio do Povo – Este é o terceiro livro assinado por você nos últimos três anos. O público pode aguardar novas publicações suas surgindo no futuro e nesta mesma frequência?
Humberto Gessinger - Com a mesma frequência, acho difícil. Neste início de caminhada literária havia uma mola encolhida, muita coi

domingo, 24 de abril de 2011

PROJETO BACKUP: Diga não ao preconceito musical; promova o que você gosta e não perca tempo com o resto!

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Tem muita gente por aí se achando inteligente em propagar o preconceito musical como se isso fosse uma forma de ser inteligente. Que fique claro que não concordamos com o texto a seguir! Estamos apenas o usando de exemplopara mostrar nossa posição quanto às bandas coloridas de uma vez por todas. Leia o texto e veja o que comentamos sobre ele.
Modinha passageira? Lixo musical? A evolução natural do rock? Filhotes daquele clipe cretino do começo de Super-Xuxa Contra O Baixo-Astral? Tudo isso junto?
Seria uma puta falta de sacanagem a gente virar o ano sem falar do maior fenômeno “musical” do Brasil na nossa coluna de humor e escrotização, né? Hoje é dia da gente entender Restart.
Fãs deles: preparem-se para xingar muito no twitter.
Clique aqui para ler. Comente e compartilhe.

sábado, 9 de abril de 2011

REPORTAGEM: Rita Lee, a rainha do Rock Brasileiro!

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Rita Lee Jones Carvalho, filha de um imigrante da terra do Tio Sam e de uma filha de italianos, é marca registrada do rock BRASILEIRO. O nosso rock!

Durante sua adolescência participou de várias bandas. Começou com "Os Mutantes" sua carreira e gravou seis discos entre 1968 e 1972, tendo sido casada com seu companheiro de banda, Arnaldo. Gravou dois discos solos, juntamente com os componentes de sua banda ("Build up", 1970 e "Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida", 1972)

Depois, acaba por sair dos Mutantes, não sendo declarado exatamente o porque do abandono
à banda e juntamente com Lúcia Turnbull faz uma dupla "As Cilibrinas do Éden", que não durou muito tempo. Então, ainda juntas, formam a banda "Tutti Frutti", da onde saiu alguns hits como "Mamãe Natureza", "Menino Bonito" e "Ando Jururu".

E então, finalmente em 1975, Rita Lee grava o disco "Fruto Proibido" e estoura com vários sucessos como "Ovelha Negra" (Particularmente, uma das minhas músicas favoritas!), "Esse tal de roque enrow" e "Agora só falta você".

Em 1976, engravidou de seu primeiro filho e foi presa por porte e uso de maconha. Rita Lee fica um ano em prisão domiciliar tendo de conseguir permissões especiais para fazer seus shows. E então com toda essa crise, acaba juntamente com Paulo Coelho compondo a música "Arrombou a festa" que criticava o cenário MPB da época. O compacto com essa faixa bateu recordes de venda do pop/rock "brazuca" com 200 mil cópias vendidas. Nesse mesmo ano, conhece Roberto de Carvalho e juntos, iniciam uma parceria musical e amorosa de sucesso.

Mas, o ponto em que queremos chegar é: Como Rita Lee conseguiu levar a alcunha
de Rainha do Rock Brasileiro?

Ela, com seu jeito forte que sempre marcava presença, e além de tudo, de expressão, com suas formas subjetivas de dizer na música o que pensa sobre a juventude e a liberdade social, contribui (e muito) para ter virado o ícone que é hoje.

Rita Lee, usa e abusa do seu estilo original e rebelde e que chega a fugir dos padrões de beleza. Sempre desafiou todos, fazendo suas "revoluções", gritando por liberdade, provando seu amor pelo que fazia: Música. E estamos falando de boa música!


Além de sempre nos presentear com boas músicas com letras fortes, Rita Lee

escreveu muito em defesa as mulheres. Pedindo respeito da sociedade, sobre elas:


"E para começar, queremos pregar o espeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d'água e trouxas de roupa.

Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos.

Respeito ao seu dorso que engrossou,
porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.

"Nem toda feiticeira é corcunda.
Nem toda brasileira é só bunda"


Rita Lee, é uma dessas pessoas que chamamos de "incríveis".

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NOTÍCIA: Arnaldo Antunes, Nando Reis e Charles Gavin podem voltar ao Titãs

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A ideia é comemorar os 30 anos da fundação da banda, que atualmente conta apenas com Branco Mello (vocal), Sérgio Britto (teclados), Paulo Miklos (vocal) e Tony Bellotto (guitarra) da formação original.

Fonte:
D24am.com

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

NOTÍCIA: Barão Vermelho e Kid Abelha preparam a volta

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Assim como RPM, Barão Vermelho e Kid Abelha estão preparando sua volta aos estúdios e aos palcos.

Depois de muito mistério sobre seu retorno, O Kid Abelha voltou a se aquecer em shows de pré- temporada no início deste ano. A cantora Paula Toller, o saxofonista George Israel e o guitarrista Bruno Fortunato pretendem lançar um novo álbum ainda em 2011, mas não sabem se será ao vivo ou de inéditas.

O Barão Vermelho também se reúne em 2012 para comemorar os 30 anos do lançamento de seu primeiro disco, depois de quatro anos de hiato. Convidados a se apresentar no Rock in Rio, os músicos recusaram a proposta e só o vocalista Roberto Frejat fará um show solo no festival. “Não desejamos qualquer espécie de homenagem para que, quando voltarmos para comemorar os 30 anos, o nome da banda esteja cada vez mais forte e as pessoas com muita vontade de nos assistir. Seria sacanagem dar um aperitivo no festival e não o prato principal”, explicou Guto Goffi, baterista da banda. Agora é só esperar pra conferir!

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Fonte: O GLOBO

QUIZ! RESPONDA: Qual a melhor letra do Rock Nacional?

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FÃ-CLUBE: Conhece algum? Divulgue aqui!

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Olá, caros amigos expectadores do Blog Projeto Backup!

Como vocês já sabem, nosso objetivo é promover ao máximo o bom e velho Rock Nacional.

O Rock Nacional é uma causa urgente e precisamos nos organizar para difundí-lo através da internet.

Convidamos você a divulgar o fã-clube de que participa aqui, a fim de ganhar mais membros e unir mais fãs, motivando-os a fortalecer o Rock Nacional para não deixar morrer a cultura e a ideologia deste gênero esquecido pela grande mídia.


ATENÇÃO PARA AS REGRAS:

Serão admitidas divulgações não só de fãs-clubes, mas de comunidades do Orkut, Redes do FaceBook, Hashtags do Twitter, E-mails, Chats e outro grupos relacionados a grande bandas e do Rock Nacional formadas ATÉ 1990 (isso não inclui anos 90 é só até 1990). Exemplo: Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Raul Seixas, Cazuza, Mutantes, Barão Vermelho...

Não serão admitidas bandas novas ou atuais, estas têm o seu espaço em outra postagem já feita com esta função: http://blogrocknacional.blogspot.com/2011/02/bandas-independentes-divulgue-aqui.html

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

REPORTAGEM: Cazuza 53 anos; Poeta exagerado do Rock

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Poeta exagerado do rock
Cazuza, que viveu a vida em toda a sua intensidade e não temeu correr riscos, completaria, no 4 de abril, 53 anos.
Conheça mais sobre o ídolo:
“Nasci no Rio de Janeiro/ Fruto do amor verdadeiro/ De uma cristã e um cristão/ (...) Fui na infância um cordeiro/ Até descobrir no banheiro/ Que eu tava na contramão/ Daí saltei fora sem freio/ Me estrepo mas to sempre inteiro/ E sou bem feliz, meu irmão!”. Com estes versos, Cazuza descrevia sua vida que chegaria aos 53 anos, no dia 4 de abril de 2011. Da trajetória de 32 anos, dedicou 8 aos berros do seu rock’n roll, depois acalmados pela fase bossa nova e samba. “Conquistei a vida de um ano pra cá e quero passar isso pras pessoas. Isso é uma coisa meio cristã. Você repassa aquele amor que armazenou e as pessoas adoram”, dizia em 1990, ano em que morreu (no dia 7 de julho), vítima de AIDS..
Cazuza nasceu numa Sexta-feira Santa e foi batizado como Agenor de Miranda Araujo Neto, em homenagem ao avô paterno. Garoto da Zona Sul, vivia nas areias do posto 9 da Praia de Ipanema; à noite, na boemia do Baixo Leblon. Até encontrar Roberto Frejat, seu maior companheiro de composições, o cantor aventurou-se pela fotografia, teatro e na assessoria de imprensa da Som Livre, gravadora presidida pelo pai, João Araujo. A primeira vez que cantou em público, foi sob a tenda do Circo Voador, montado no Arpoador, em 1981. Na peça "A noviça rebelde", Cazuza cantava "Odara", de Caetano Veloso.
Boletim do Colégio Santo Inácio - SVC
Cazuza conheceu os meninos do Barão Vermelho através do cantor Leo Jaime, primeiro cogitado para assumir os vocais da banda. Na época, o grupo se resumia ao som de garagem da guitarra de Frejat, do baterista Guto Goffi, do tecladista Maurício Barros e do baixista Dé Palmeira. Taxada como “banda maldita” pela mídia especializada da época, o Barão não tinha suas músicas tocadas nas rádios, mesmo depois de lançar os dois primeiros LPs. “Nossas músicas tinham letras que se destacavam pelo teor poético e selvagem, embaladas com um som cru, que ignorava as tendências da época”, disse Maurício Barros, em entrevista por e-mail ao Jornal do Comércio. O primeiro empurrão foi de Caetano, que cantou, na casa de shows carioca Canecão, em junho de 1983, "Todo amor que houver nessa vida". Depois, Ney Matogrosso gravou aquela que seria uma das músicas mais famosas da dupla Cazuza/Frejat: "Pro dia nascer feliz".

Cazuza gravou quatro álbuns com o Barão Vermelho e cinco solos. Após sua morte, foi lançado "Por aí", de 1991. Em vida, colecionou amigos apaixonados por sua memória.Uma fã apaixonada foi a cantora Cássia Eller, que em 1997, gravou "Veneno antimonotomia", com 14 músicas do compositor. Bom lembrar que "Malandragem", grande
 sucesso da carreira de Cássia, foi composta por Cazuza e Frejat.
No cinema, Cazuza atuou em dois filmes: "Bete Balanço" (de Lael Rodrigues, em 1984, para o qual compôs a famosa faixa de mesmo nome) e "Um trem para as estrelas" (de Cacá Diegues, em 1987). Neste, assina a faixa-título da trilha. “Foi minha primeira parceria com o Gilberto Gil, que é uma coisa da qual eu me orgulho muito, porque o Gil é meu guru. Eu tremia na base na hora que eu fui levar a letra pra ele, super envergonhado, mas ele adorou e fez uma música linda”, disse na época. A música "Brasil" foi feita para a trilha sonora do filme "Rádio Brasil", também de Lael.

Quando descobriu a AIDS, Cazuz
a estava às vésperas de lançar seu segundo álbum solo, "Só se for a dois", em 1987. À medida que a doença se manifestava, afetando-o visivelmente, Cazuza acelerava na composição das suas músicas. “É a minha criatividade que me mantém vivo. Meu médico diz que eu sou um milagre, porque tenho tanta energia, tanta vontade de criar”, dizia. Cazuza deixou 220 canções. Hoje, a renda dos seus direitos autoriais é revertida para a Sociedade Viva Cazuza (SVC), fundada por Lucinha Araujo, que cuida de crianças portadoras do HIV, no Rio.
Um amor correspondido
Cazuza teve uma relação intensa e produtiva com os parceiros musicais, que guardam boas recordações. À Direita o Mural de fotos do quarto de Cazuza, ainda hoje preservado na SVC
Cazuza cantou de 82 a 85 no Barão Vermelho, lançando "Barão Vermelho", "Barão Vermelh2", o single de "Bete Balanço", "Maior abandonado" e "Barão Vermelho ao vivo" (registro do Rock in Rio 85, relançado no ano passado em CD e DVD). “O grupo ficou fragilizado com a saída de Cazuza, mas sabíamos que ainda tínhamos o que mostrar. O primeiro disco sem Cazuza foi 'Declare guerra', no qual, na música homônima, o refrão desabafava 'declare guerra a quem finge te amar/ chega de passar a mão na cabeça de quem te sacaneia'",
Solo, o cantor deixou "Exagerado" (ainda em 1985), "Só se for a dois" (1987), "Ideologia" (1988) e "Burguesia" (1989). Entre as 220 músicas que Cazuza assinou em seus oito anos de carreira, muitas parcerias se deram à base da amizade com outros músicos. “A gente vivia pelo Baixo Leblon, bebendo e escrevendo letras de futuras músicas. Pagávamos a conta dos bares tocando Dolores Duran até o fim da noite”, relembrou em entrevista o cantor Lobão.
A primeira parceria dos dois foi em "Mal nenhum" (dos versos “Eu não posso causar mal nenhum/ A não ser a mim mesmo”). “Era uma espécie de manifesto da nossa maneira de ser e de viver, de quanto nos achávamos deslocados naquele espaço, naquele tempo”. Na última música composta com Lobão, "Azul e amarelo", Cazuza se despediu. “Ele me veio visitar, já muito combalido, sem poder mais andar. Ele se deslocava no colo de Bené, uma querida criatura enorme que ia pra todos os lugares com ele. Chegou cheio de papéis de letras debaixo do braço, colocou o calhamaço na mesa, e começou a folheá-lo. Apanhou uma dessas letras e me disse: ‘Essa parceria você não entra porque eu fiz com o Cartola. Ele se chama Agenor (na verdade, Angenor) assim com também me chamo Agenor, então você tá fora! Só entra com uma coisa em comum, com algo extraordinário!’. Aí eu respondi: ‘Ok, mas se é pra ter algum vínculo dessa natureza com o Cartola, sem problema, porque eu faço aniversário no mesmo dia que ele. Serve?!’. Daí ele pensou e decidiu: ‘Ok, sendo assim, você pode entrar na parceria’. Na assinatura da canção, consta: Cazuza, Cartola e Lobão, já que o poeta usou o verso “Não quero, não vou, não quero”, de autoria do sambista.
. “Eu morro sem o Frejat. É a paixão da minha vida. Quero fazer parceira com ele até morrer”, disse,cazuza em 1987. Os dois são os responsáveis por grande parte das composições da época em que Cazuza estava no Barão Vermelho, além de outras da carreira solo do poeta. “Cazuza e Frejat eram como irmãos. Uma linda amizade, sem dúvida, uma das mais fundamentais para meu filho”, conta Lucinha.

Um ídolo de várias gerações

"Cazuza – O tempo não pára" foi uns dos maiores sucessos do ano de 2004 no cinema. O filme apresentou o poeta exagerado a um jovem público que o acolheu como novo ídolo. o filme popularizou Cazuza entre os jovens de uma geração que não o viu cantar, mas que se identificou com esse “falso” espírito transgressor. Um bom exemplo disso são as comunidades sobre o cantor no Orkut – são cerca de 1.000, com os mais variados temas – desde a “oficial”, que conta quase 400 mil membros, até as que levam nomes inusitados como “Cazuza, volta pra cá agora”, “Cazuza é meu psicólogo”, “Minha ideologia? Cazuza!” e “Deus, ressuscita Cazuza, por favor”.

Em 24 de janeiro de 1989, Cazuza fazia, aqui no Recife, a última apresentação da sua vida. No Centro de Convenções de Pernambuco, , o cantor travou uma batalha com a platéia. “Após duas músicas, iniciou um estranho monólogo em inglês, sendo recebido com apupos (vaias) pelo público. ‘Show é troca. Se vocês não me dão nada de volta, não terão nada também’, disse Cazuza, para receber uma estrondosa vaia”, “Em seguida, Cazuza passou a sussurrar algumas canções, deixando frustrados seus fãs, que ainda tentaram sufocar as vaias, ajudando ele a cantar”,

Essa história sob o ponto de vista de um fã, muda de versão.. O show foi emocionante. Em 
vários momentos, Cazuza parava de cantar para respirar, visivelmente cansado. Aí o pessoal aplaudia e tinha muita gente chorando também. Acho que nenhum dos fãs ali se sentiu agredido. Eu, pelo menos, adorei o show”, relembra o Bruno, que na época tinha 22 anos.

A HERANÇA QUE ELE NOS DEIXOU

E ele se foi... Mas nos deixou algo que mesmo a morte 
conseguira  apagar... Ele nos deixou as suas loucuras que foram, são e vão ser grandes conselheiras daqueles que se perdem nas armadilhas da vida . Aí estão algumas delas:

Frases de cazuza:

'O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."
"Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho."
"O nosso amor a gente inventa pra se distrair e quando acaba, a gente pensa que ele nunca existiu."

"Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja meu pior defeito."
_____________________________

"Nós gostamos de ROCK e somos loucos
Eles fazem besteiras e são normais
Que vivam os loucos d boa cabeça
E pela metamorfose da vida s tornem
MALUCO BELEZA!!"
___________________

"Como é estranha a natureza
morta dos que não tem dor.
Como é estéril a certeza
de quem vive sem amo."
_____________________

"Nunca tive medo de me mostrar. Você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você tá vivo, e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho."

______________________

"Olhe o mundo com a coragem do cego, entenda as palavras com a atenção do surdo, fale com a mão e com os olhos, como fazem os mudos!"
______________________

Só quem se mostra se encontra mesmo que se perca pelo caminho.

Agenor de Miranda Araujo Neto



Fontes:


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#AniversárioCazuza

CURIOSIDADES: Cazuza - Especial Cazuza 53 anos

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Continuando com as homenagens aos 53 anos do Cazuza em seu aniversário, postamos algumas curiosidades que os leitores gostarão de saber! Vamos conferir?



1. Em que ano Cazuza foi para Londres? E músicas de quais cantores ele conheceu lá?
R= Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conheceu as músicas de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã.

2.O Que o pai do Cazuza lhe prometeu caso ele passasse no Vestibular?
R=Lhe presentearia com um carro caso passasse no vestibular.

3.Quando Cazuza foi aprovado em Comunicação?
R=Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976.

4. Em que Universidade Cazuza fez o curso de fotografia? Onde? Em que ano?
R=No final de 1979 ele fez um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco, nos Estados Unidos.

5.Quando Cazuza retornou ao Rio De Janeiro?
R=Em 1980.

6.Qual o nome do Grupo Teatral que Cazuza ingressou? Onde?
R=Ele ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador. Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez.

7.Onde Cazuza compôs a música "Codinome Beija-Flor"? Em que ano?
R=Cazuza compôs a música Codinome Beija-Flor (1985) enquanto estava deitado em uma maca de hospital e confundiu uma andorinha com um beija-flor.

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domingo, 3 de abril de 2011

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